Vencedores e Vencidos de 2025: O que o Mercado de Capitais e as Startups Portuguesas ensinam sobre o seu próximo Investimento Imobiliário.
Enquanto alguns estagnam no tradicionalismo, outros escalam o topo da economia lusitana. Onde aplicou o seu capital em 2025?
O primeiro semestre de 2025 foi um divisor de águas. Tal como no cenário global, o mercado português vive uma dicotomia agressiva: empresas que abraçaram a Modernidade e a Sustentabilidade estão a registar crescimentos recorde, enquanto as que resistiram à digitalização enfrentam a maior crise de confiança da década.
Na Kerocuidados Home, não olhamos apenas para o imobiliário; analisamos o fluxo de riqueza. Se os gigantes do PSI e as novas scale-ups estão a mover o dinheiro para ativos inteligentes, é aí que deve estar o seu foco.
O Ranking da Performance em Portugal (2025)
- Os Titãs da Energia (Vencedores): A EDP Renováveis e a Galp continuam a liderar, impulsionadas pela transição energética. O mercado premeia a consciência ambiental com valorização de ativos — um reflexo direto do que acontece no imobiliário de luxo sustentável.
- O Retalho Resiliente: A Jerónimo Martins prova que a escala e a logística de alta performance são imbatíveis. No imobiliário, isto traduz-se em ativos comerciais estrategicamente localizados.
- A Nova Vaga de Unicórnios (Startups): Empresas tecnológicas focadas em IA aplicada à saúde e gestão de ativos estão a captar rondas de investimento série C em Lisboa e Porto, injetando uma nova classe de investidores "Tech-Rich" no mercado de habitação premium.
- O Lado Sombrio (Os Perdedores): Empresas dependentes de modelos de negócio tradicionais, sem integração tecnológica ou visão de escalabilidade, viram as suas cotações derreter sob a pressão das taxas de juro e da obsolescência digital.
A Lição para o Investidor Consciente
O sucesso não é fruto do acaso, é o resultado da união entre conhecimento profundo e audácia empreendedora. Investir em 2026 exige mais do que apenas comprar tijolos, exige identificar onde a economia real está a crescer de forma sustentável.
A liberdade financeira em Portugal passa hoje por ativos que ofereçam segurança jurídica, modernidade arquitetónica e, acima de tudo, capacidade de valorização num mercado cada vez mais exigente e globalizado.
.png)